{"id":29260,"date":"2024-11-21T17:11:00","date_gmt":"2024-11-21T20:11:00","guid":{"rendered":"https:\/\/radiosul.net\/wp\/?p=29260"},"modified":"2024-11-22T17:40:17","modified_gmt":"2024-11-22T20:40:17","slug":"semeadura-do-feijao-esta-concluida-na-maior-parte-do-rs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radiosul.net\/wp\/2024\/semeadura-do-feijao-esta-concluida-na-maior-parte-do-rs\/","title":{"rendered":"Semeadura do feij\u00e3o est\u00e1 conclu\u00edda na maior parte do RS"},"content":{"rendered":"\n<p>A semeadura da primeira safra de feij\u00e3o foi conclu\u00edda na maioria das regi\u00f5es do Rio Grande do Sul. No entanto, de acordo com o <a href=\"https:\/\/www.emater.tche.br\/site\/info-agro\/informativo_conjuntural.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Informativo Conjuntural<\/a> divulgado nesta quinta-feira (21\/11) pela Emater\/RS-Ascar, permanecem \u00e1reas a serem implantadas no Sul e Nordeste, especialmente nos Campos de Cima da Serra, onde se adota cultivo \u00fanico com plantio tardio, concentrado no m\u00eas de dezembro. Para a Safra 2024\/2025 no Estado, a Emater\/RS-Ascar projeta o cultivo de 28.896 hectares e a produtividade m\u00e9dia estimada \u00e9 de 1.864 kg\/ha.<br><br>O tempo seco, de altas temperaturas, baixa umidade relativa do ar e ventos ocasionais da \u00faltima semana, configurou-se como um fator clim\u00e1tico desfavor\u00e1vel \u00e0 cultura, que j\u00e1 apresenta sinais de estresse h\u00eddrico. A maior parte das lavouras encontra-se na fase reprodutiva (florescimento, forma\u00e7\u00e3o de vagens e enchimento de gr\u00e3os) e restri\u00e7\u00f5es h\u00eddricas nesse est\u00e1gio podem afetar a produtividade. Contudo, at\u00e9 o momento, o quadro n\u00e3o \u00e9 considerado cr\u00edtico. As precipita\u00e7\u00f5es ocorridas recentemente poder\u00e3o amenizar a situa\u00e7\u00e3o e limitar perdas.<br><br>Na regi\u00e3o de Santa Maria, 93% das \u00e1reas est\u00e3o semeadas. A maior parte est\u00e1 em est\u00e1gio reprodutivo, como a lavoura registrada em Toropi, no come\u00e7o do m\u00eas (07\/11), e 4% est\u00e3o colhidos.<br><br><strong>Soja<\/strong><br><br>O ritmo de semeadura das lavouras foi influenciado diretamente pelos n\u00edveis de umidade do solo, que variaram conforme a distribui\u00e7\u00e3o irregular de precipita\u00e7\u00f5es no Estado. A \u00e1rea semeada alcan\u00e7ou 50% da projetada.<br><br>Nas \u00e1reas onde a umidade do solo se mostrou insuficiente, a semeadura foi suspensa. J\u00e1 nas localidades que receberam chuvas leves, os trabalhos prosseguiram quase sem interrup\u00e7\u00f5es. A \u00e1rea de cultivo projetada pela Emater\/RS-Ascar est\u00e1 estimada em 6.811.344 hectares, e a produtividade m\u00e9dia em 3.179 kg\/ha.<br><br><strong>Milho<\/strong><br><br>A semeadura do milho atingiu 84% da \u00e1rea projetada para a safra. A maioria das lavouras segue em fase de desenvolvimento vegetativo (58%); o restante est\u00e1 em florescimento (26%) e em enchimento de gr\u00e3os (16%). Para a Safra 2024\/2025, a Emater\/RS-Ascar estima o cultivo de 748.511 hectares e a produtividade m\u00e9dia de 7.116 kg\/ha.<br><br>Os baixos regimes de chuva acarretaram sintomas de d\u00e9ficit h\u00eddrico nas lavouras de sequeiro. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 preocupante especialmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s \u00e1reas em flora\u00e7\u00e3o, fase mais sens\u00edvel da cultura. Nas localidades onde choveu no in\u00edcio de novembro, os sintomas foram mitigados nos solos sem compacta\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, onde as chuvas foram insuficientes ou chegaram tardiamente, a perda de produtividade est\u00e1 consolidada.<br><br>Em \u00e1reas irrigadas ou com boas condi\u00e7\u00f5es h\u00eddricas, o potencial produtivo est\u00e1 elevado, sendo favorecido pela alta disponibilidade de radia\u00e7\u00e3o solar durante o dia e pelas temperaturas amenas \u00e0 noite.<br><br><strong>Br\u00f3colis<\/strong><br><br>Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Lajeado, em S\u00e3o Jos\u00e9 do Hort\u00eancio, a produ\u00e7\u00e3o de br\u00e1ssicas do m\u00eas de novembro segue dentro da normalidade, e as plantas se desenvolvem bem. Os produtores monitoram a ocorr\u00eancia de pragas, n\u00e3o havendo registro de perdas no \u00faltimo m\u00eas.<br>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s vendas, houve bastante demanda por br\u00f3colis. J\u00e1 o repolho apresenta demanda mais reduzida. O pre\u00e7o m\u00e9dio praticado, na Ceasa de Porto Alegre, para br\u00f3colis, segue entre R$ 20,00 e R$ 30,00 a d\u00fazia, dependendo da qualidade e do tamanho do produto. A cota\u00e7\u00e3o do repolho baixou, ficando entre R$ 1,00 e R$ 2,00 a unidade, conforme o tamanho.<br><br><strong>Morango<\/strong><br><br>Na regi\u00e3o de Caxias do Sul, o clima foi favor\u00e1vel para o desenvolvimento da cultura, assim como para a flora\u00e7\u00e3o e frutifica\u00e7\u00e3o das plantas. Apenas no final do per\u00edodo, a temperatura elevada causou algumas perdas, por\u00e9m o maior volume j\u00e1 havia sido colhido. Os cultivos seguem sem evid\u00eancias de doen\u00e7as e pragas que possam causar preju\u00edzos, mas os produtores monitoram constantemente suas lavouras. O feriado da Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica seguido do final da semana trouxe grande n\u00famero de visitantes \u00e0 regi\u00e3o serrana, o que elevou o consumo de morango em estabelecimentos, como restaurantes e hot\u00e9is. O pre\u00e7o de venda direta a consumidores variou entre R$ 20,00 e R$ 25,00\/kg.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Fonte: Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A semeadura da primeira safra de feij\u00e3o foi conclu\u00edda na maioria das regi\u00f5es do Rio Grande do Sul. 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